sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A morte de Sá Carneiro


Começo por afirmar que conheci pessoalmente a mulher do piloto Jorge de Albuquerque e aqui deixo o meu grito de revolta pela maneira como ela e os 2 filhos foram tratados depois da morte do marido.
Passaram fome,lutaram para que o nome do esposo e pai fosse limpo.
O Jorge era um excelente piloto,só assim se compreende que ainda tenha aguentado a nave depois dos pés desfeitos por uma bomba.
Agora entremos na história.
Tudo o que for postado pode ser encontrado na net também.
Basta procurar,investigar,juntar as peças.
Claro que nunca poderemos acusar directamente A ou B.
É um conjunto de interesses e pessoas que levaram à morte de Adelino Amaro da Costa e Sá Carneiro,na ânsia de chegar depresssa ao Porto,por arrastamento.
-Tudo gira à volta de um saco azul ou fundo que servia para fazer face às despesas da Guerra Colonial.
Este fundo, diga-se, encontrava-se numa situação peculiar: passados oito anos do fim da guerra ainda se encontrava disperso por vários bancos e tinha cerca de um milhão de contos.
Até ao 25 de Abril era responsabilidade do Ministro Alberto de Andrade e Silva (1973-1974).

-Em 25 de Abril de 1974 deu-se um golpe militar que derrubou o governo de Marcelo Caetano e pôs fim à Guerra do Ultramar. Na sequência deste golpe, as Forças Armadas assumiram a tutela do novo regime democrático instalado, tornando-se independentes do poder civil. Como tal foi estabelecido o Conselho da Revolução presidido pelo Presidente da República e composto apenas por militares, que assumiu a responsabilidade sobre todos os assuntos das forças armadas. Nesta organização o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas tinha um estatuto equivalente ao do Primeiro-Ministro, e os chefes dos estados-maiores dos ramos, assumiram a função dos anteriores ministros militares.

No governo (civil) foi mantido o cargo de Ministro da Defesa Nacional, mas agora sem qualquer tutela sobre as forças armadas. O Ministro da Defesa Nacional servia apenas como elemento de ligação entre o governo e as forças armadas, sobretudo no que dizia respeito à política de defesa e aos assuntos orçamentais.
Este preâmbulo serve para situar a responsabilidade do fundo antes e depois do 25 de Abril.

O acidente de Camarate ocorreu em 4 de Dezembro de 1980.

Ministros da Defesa Nacional (1974-1982)
Mário Firmino Miguel (I Governo Provisório e II Governo Provisório)
Victor Manuel Rodrigues Alves (II Governo Provisório)
Silvano Ribeiro, III Governo Provisório (IV Governo Provisório e V Governo Provisório)
José Baptista Pinheiro de Azevedo (VI Governo Provisório)
Mário Firmino Miguel (I Governo Constitucional, II Governo Constitucional e III Governo Constitucional)
José Alberto Loureiro dos Santos (I Governo Constitucional e V Governo Constitucional)
Adelino Manuel Lopes Amaro da Costa (VI Governo Constitucional)
Luís Aníbal de Sá de Azevedo Coutinho (VII Governo Constitucional)
Diogo Pinto de Freitas do Amaral (VIII Governo Constitucional)

-Em Outubro de 1974 chega discretamente à embaixada dos USA Frank Carlucci,antigo chefe da CIA.
Vem para seguir o movimento dos capitães e coordenar as medidas a tomar para proteger os interesses americanos.
Todos sabem que não há partido clandestino mais bem preparado para assaltar o poder que o PCP.
Por isso é dada luz verde a Espanha para invadir Portugal e os USA ficarão com a base das Lajes(tudo isto já com aval da NATO).
Carlucci sem ninguem capaz de tomar as rédeas do poder com carisma suficiente e atento aos interesses dos USA,opta por Mário Soares.
O resto todos sabem ou deveriam saber.
Soares torna-se assim devedor moral ddos USA.

-Norte Importadora Lda, propriedade de José João Zoio, conhecido cavaleiro tauromáquico e também comerciante de armas.
http://forumarmada.no.sapo.pt/docs/FA-Marverde/marverde2.html
Terá o seu papel nesta história.

O caso Irão-Contras
A operação começou como uma tentativa de melhorar as relações entre Estados Unidos e Irão, através da mediação de Israel,que iria enviar armas para um grupo politicamente influente de iranianos; os Estados Unidos iriam então fornecer mais armas para Israel e receber o pagamento feito pelos iranianos aos israelenses. Os destinatários iranianos prometeram fazer o possível para conseguir a libertação de seis estadunidenses que eram mantidos reféns pelo grupo islâmico xiita libanês Hezbollah, que era inadvertidamente ligado ao Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica.

O plano acabou virando um esquema de "armas por reféns", no qual os membros do Poder Executivo dos Estados Unidos vendiam armas para o Irão em troca da libertação de reféns estadunidenses. Grandes modificações ao plano foram feitas pelo tenente-coronel Oliver North, do Conselho de Segurança Nacional, no final de 1985. A partir de então, uma parcela do lucro obtido com a venda de armas foi desviado para financiar os rebeldes anti-sandinista e anti-comunistas, os Contras, na Nicarágua. Apesar de que Reagan era um defensor da causa dos Contras, não foram encontradas evidências mostrando que ele autorizou o plano.

Após a venda de armas ser revelada pela imprensa em novembro de 1986, Reagan apareceu na rede nacional de televisão para afirmar que as transferências de armas ocorreram de fato, mas que os Estados Unidos não estava negociando armas por reféns. A investigação do escândalo foi comprometida quando grandes volumes de documentos relativos ao caso foram destruídos ou retidos por funcionários do governo Reagan. Em 4 de março de 1987, Reagan fez outro discurso televisivo assumindo total responsabilidade por quaisquer ações feitas sem seu conhecimento e admitindo que "o que começou como uma abertura estratégica nas relações com o Irã deteriorou-se, em sua implementação, na troca de armas por reféns".

Várias investigações foram feitas, incluindo as do Congresso dos Estados Unidos e da Comissão Tower, nomeada pelo próprio Reagan. Nenhuma delas encontrou qualquer evidência de que Reagan soubesse da extensão do plano. Por fim, catorze funcionários do governo federal foram responsabilizados por crimes, e onze deles condenados, incluindo o então Secretário de Defesa Caspar Weinberger. Todos eles receberam perdão presidencial nos últimos dias do governo de George H. W. Bush; Bush tinha sido vice-presidente na época do escândalo.
Pesquisem na wikipedia,está lá.
Outra versão,para mim a correta:
Tráfico ilegal de armas e financiamento da Contra
Acusou-se a altos servidores públicos da administração do presidente Ronald Reagan do governo dos Estados Unidos da suposta organização de uma rede de tráfico ilegal de armas com destino a Irão,então em guerra com o Iraque (veja-se a guerra Irão o Iraque), cujos ganhos iriam destinadas a financiar à Contra nicaraguense e à realização de acções terroristas contra a Nicarágua devido ao âmbito ideológico de seu governo que estava constituído pela Frente Sandinista de Libertação Nacional FSLN.
O aspecto mais turvo desta triangulacão foi o uso de cocaína dos carteis colombianos para financiar os Contra mediante um orçamento "negro".
Usaram-se aviões militares estadounidenses e instalações do mesmo país em Ilopango, El Salvador, para mover dita droga para os Estados Unidos. Usaram-se assassinos da Operação 40 da CIA nesta manobra. O mais importante foi Barry Seal do qual HBO efectuou um filme tocando o tema do narcotráfico no Escândalo Irão-Contras.
Dito aspecto foi plasmado na série "Dark Alliance" do jornalista Gary Webb no San José Mercury News. Esta série jornalística seria convertida no livro do mesmo nome.

O primeiro aeroporto usado foi Mena, Arkansas. O governador de Arkansas de então era Bill Clinton. Os banqueiros dos Clinton eram Jackson Stephens e James Bath,este último amigo pessoal de James Carter, colega de Inteligência Naval na Academia Naval de Annapolis.

Os fundos que se trasferíam pertenciam à família Bin Laden.


Investigação
Em novembro de 1986 um jornal libanês revelou o tráfico clandestino de armas.Posterior investigação levou-los a estabelecer uma relação entre a venda de armas e o financiamento dos Contras. Oliver North, que era nesse momento Tenente Coronel do Corpo de Marines (Infantaría de Marinha) dos Estados Unidos, foi uma das peças principais de toda a operação.

Ronald Reagan admitiria o tráfico de armas,justificando-o como acto de boa vontade para o Irão,pois naquele momento estavam sequestrados no país cerca de 50 cidadãos estadounidenses, vítimas de terroristas libaneses. Desta maneira, era um acto destinado a melhorar as relações entre ambos países. Por isso desmentiu rotundamente que se estivesse a produzir uma mudança de reféns por armas, e negou, em todo o caso, que aquela venda financiasse à organização armada nicaraguense.

Em 1987 uma comissão de investigação a cargo do ex senador John Tower emitiu uma dura condenação à acção presidencial, não chegando a ficar provado o que se utilizassem os benefícios do tráfico de armas para financiar à Contra.

Em 1992, George Bush pai, presidente então, indultou os seis altos cargos que tinham sido encarcerados por ter mentido ao Congresso sobre a existência da venda de armas a Irão.
http://pt.wikilingue.com/es/Ir%C3%A3o-Contras


-E agora vamos à morte de Sá Carneiro.
Para o caso Irão-Contras é pedido a Portugal apoio.
Um jornalista português conseguiu ter acesso aos manifesto de carga de aviões americanos que pousaram em Portugal e num deles(por lapso de um funcionário),tinha sigo escrito como destino final o aeroporto de IL(Ilopango)usado como acima vimos pelos Contras.
O excedente de G3 foram vendidos para os Contras através da Norte Importadora e os lucros entraram no célebre saco azul da Defesa,já que se tratava de uma operação secreta.
Adelino Amaro da Costa começa a investigar o célebre fundo ou saco azul e ameaça ir até às ulimas consequências.
Como foi provado muitos anos mais tarde,foi colocada uma bomba junto dos pés do piloto do Cessna que ao deflagrar matou Amaro da Costa,Snu Abecassis,Sá Carneiro,assessores e os 2 pilotos.
-Freitas do Amaral defende uma investigação rigorosa ao antigo fundo de defesa militar do Ultramar e que os antigos chefes e vice-chefes do Estado Maior General das Forças Armadas devem depor sobre o caso Camarate.

O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e ex-vice primeiro-ministro de Sá Carneiro lança um livro, na segunda-feira, com a correspondência que trocou, em 1995, com o então procurador-geral da República, Cunha Rodrigues.

Freitas do Amaral tem a tese que o atentado de Camarate, que matou Sá carneiro e comitiva, dirigia-se não ao então primeiro-ministro, mas sim a Adelino Amaro da Costa, que também ia no avião.

Amaro da Costa era o ministro da Defesa e tinha levantado a questão do fundo de defesa militar do Ultramar. Este fundo funcionava como um autêntico “saco azul” para despesas militares durante a guerra colonial.

A guerra acabou e o fundo continuou a funcionar, envolvendo vários milhões de contos. O dinheiro foi gasto mas não se sabe como nem por quem.

Adelino Amaro da Costa, na altura em que era ministro,quis saber e há quem diga que já possuía documentos muito comprometedores, mas entretanto aconteceu o desastre de Camarate.
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=130491
TIREM AS ILAÇÕES QUE ENTENDEREM,COMO DISSE NUNCA SE PODERÁ APONTAR 1 PESSOA COMO A RESPONSÁVEL DO ATENTADO.
Quanto a esta matéria num blog de crianças desaparecidas relembro o k vi escrito num blog da nossa praça:
Quem é a sorridente figura pública que arranjava rapazinhos para o embaixador Carlucci, pedófilo tão compulsivo que chegava a ter ataques de fúria quando não o "serviam".
http://holocaustocorrosivo.blogspot.com/2005/09/casa-pia-o-clebre-mail-reencaminhado.html

sábado, 30 de outubro de 2010

Um poema de uma leitora


ABUSO


A cicatriz
Fechando a mágoa
Curando falso
A dentada funda e crua
Na carne macerada

O risco na pele
A espora na ilharga
E o silêncio
Vazio
Amordaçando fantasmas

Destrutivo
É o cerco:
No centro a presa acuada
Escoiceando no escuro
Debate-se e desiste
Dominada

O corpo dissipado
Em mágoa pura
Perverso
E absoluto limite
De mim mesmo.

Milly Barreiros

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Desclassificados documentos da CIA


Portugal tem o destino traçado desde que Salazar morreu.
Marcelo Caetano tenta,com alguns generais que comungam das suas ideias fundar uma Federação de Estados,dando autonomia às colónias portuguesas.
A construção do Porto de Sines faz parte dessa estratégia,o petroleo seria refinado em Portugal.
Obviamente que o grupo Bilderberg,os USA e a própria Europa nunca deixariam que Portugal atingisse esse patamar de desenvolvimento.

Foram desclassificados relatórios da CIA.
Através destes poderemos ver que Portugal tem o destino traçado pelo grupo Bilderberg desde antes do 25 de Abril.
Postarei a seu tempo no meu blog a ligação que existe entre o caso Casa Pia,o 25 de Abril,o atentado de Camarate,a subida de Socrates ao poder e muito mais coisas que isoladas não fazem sentido,mas juntas transformam Portugal numa mera mosca comandada pelos grandes interesses financeiros.
NÃO HÁ FUTURO PARA PORTUGAL
Foi decidido há muito qual o nosso papel no mundo.
Infelizmente é fazer de papel higienico.
Não tenhamos ilusões ou esperança.
A Iberdola passou a fornecer a REFER e ganhou os contratos que lhe interessavam.
Mais saidas de divisas para Portugal e dependência energética dos espanhois.
A EDP ganhou um e alguns contratos nem concorrentes tiveram.
Se não importarmos comer,teremos reservas para 1 semana.
Vêm aí tempos muito duros,e o Orçamento é mero fait divers,o HOMEM esteve em Lisboa a ordenar a asfixia da ex classe média e mais PEC terão de ser implantados.
As crianças desaparecidas continuarão a desaparecer,a pedofilia continua impune,os crimes de colarinho branco continuarão sem julgamento.
Enfim,as greves marcadas servirão apenas para afundar mais Portugal.
O patronato vai tentar ir a reboque do Governo e congelar salários.
Os produtores de leite serão asfixiados de vez para que os grandes países produtores possam escoar os seus excedentes.
Nem me apete já pesquisar a net,só tropeço com vigarices,mentiras e esquemas.

A queda de Ferro Rodrigues não foi por se ter tentado colar à direita mas sim à esquerda.


Quem se devia também ter sentado no banco dos reus no caso Casa Pia:
-A Maçonaria
-Ferro Rodrigues
-Jaime Gama
-Catalina Pestana
-Jorge Sampaio
-Mario Soares
-João Soares
-Todos os provedores da casa Pia desde os anos 60 até hoje
-O juiz Caramelo
-O cunhado do PGR na altura do escândalo Casa Pia
-O próprio PGR dessa altura
-Paulo Portas
-Ramalho Eanes
-A própria PJ manipulada e entregue aos poderes do Estado
-O Ministério Publico,também ele manipulado aos interesses de alguns
-FRANK CARLUCCI a soldo da CIA e dos interesses americanos
-W BUSH pai
-Todos os jornalistas que durante estes anos calaram o que sabiam
-Pedro Strech
-Todos aqueles que sabiam o que se passava e se calaram durante todos estes anos,especialmente magistrados,PJ,políticos e outras figuras proeminentes deste país(sim, com letra pequena),portugal não merece o legado de D. Afonso Henriques.
NÃO QUER DIZER QUE SEJAM TODOS PEDÓFILOS,MAS O CONHECIMENTO DOS FACTOS TRANSFORMA QUEM OS SABE E NÃO DENUNCIA EM ENCOBRIDOR,CRIME PREVISTO E PUNIDO PELA NOSSA LEI.

Abaixo uma lista sucinta de todos os portugueses que estiveram em reuniões do grupo Bilderberg:
Portugal
Francisco Pinto Balsemão (1981, 1983–1985, 1987–2008),[9] former Prime Minister of Portugal, 1981–1983 and CEO of Impresa media group
Manuel Pinho (2009),[57][58] former Minister of Economy and Innovation
José Sócrates (2004),[57][58][59] current Prime Minister of Portugal
José Pedro Aguiar-Branco,[57][58][59] former Minister of Justice
Santana Lopes (2004),[57][58][59] former Prime Minister of Portugal
José Manuel Durão Barroso (1994, 2003, 2005),[57][60][61] former Prime Minister of Portugal and Minister of Foreign Affairs, and current President of the European Commission
Nuno Morais Sarmento,[58][59] former Minister of Presidency and Minister of Parliament Affairs
António Costa (2008),[58][59] former Minister of Interior and current Mayor of Lisbon
Rui Rio (2008),[58][59] current Mayor of Porto
Manuela Ferreira Leite (2009),[58][62] former Minister of Education and Minister of Finance and Public Administration
Augusto Santos Silva,[58] former Minister of Education, Minister of Culture, Minister of Parliament Affairs, and current Minister of National Defence
Marcelo Rebelo de Sousa (1998),[58] former Minister of Parliament Affairs
António Guterres (1994),[58][60][61] former Prime Minister of Portugal, former President of the Socialist International and current United Nations High Commissioner for Refugees
Ferro Rodrigues,[60] former Minister of Labour and Social Solidarity and Minister of Public Works, Transport and Communications
Jorge Sampaio,[60][61] former President of Portugal
Luís Mira Amaral (1995),[61][63] former Minister of Labour and Social Solidarity, chairman of Caixa Geral de Depósitos and CEO of Banco Português de Investimento
Vítor Constâncio (1988),[61][63] governor of the Banco de Portugal
Manuel Ferreira de Oliveira,[61] CEO of Galp Energia
Ricardo Salgado,[61][64] CEO of Banco Espírito Santo
Fernando Teixeira dos Santos (2010),[63] currrent Minister of Finance
José Medeiros Ferreira (1977, 1980),[63] former Minister of Foreign Affairs
Joaquim Ferreira do Amaral (1999),[63] former Minister of Public Works, Transport and Communications
António Miguel Morais Barreto (1992),[63] former Minister of Agriculture, Rural Development and Fisheries
João Cravinho,[64] former Minister for Environment, Spatial Planning and Regional Development
Artur Santos Silva,[64] former vice-governor of the Banco de Portugal, chairman of Banco Português de Investimento and current non-executive chairman of Jerónimo Martins
Francisco Luís Murteira Nabo,[64] former chairman of Portugal Telecom, Minister of Public Works, Transport and Communications, and current chairman of Galp Energia and president of the Portuguese Economists Association
Todos eles tiveram um papel preponderante nos destinos da Nação.
Este video dá uma pequena ideia do que é e representa para o Mundo o grupo Bilderberg.
Basta fazerem copy past.
http://video.search.yahoo.com/search/video?p=bilderberg

domingo, 17 de outubro de 2010

O Caso Casa Pia - 5


Os personagens e acontecimentos aqui narrados provém da mente fecunda do autor e nada têm a ver com a realidade.


Desde pequeno António tinha a loucura da rádio,lá onde nascera cedo começou a trabalhar naquele ramo.
Veio para Portugal e continuou a sua subida ao estrelato.
Rádio,TV,foi alicerçando uma imagem única no meio em que se movia.
Mais tarde,muito mais tarde cria uma empresa de audio visual que de sucesso em sucesso vai singrando até contar nos seus quadros com mais de 100 profissionais.
António move-se bem nos circulos do poder,seja à direita ou à esquerda todos o reconhecem como o melhor dos melhores.
De repente o caos abate-se sobre a sua cabeça,a empresa afunda-se e ele tem de fazer face a uma doença grave que o obriga a gastar o que tem e não tem.
Em Paris recebe uma proposta tentadora.
Usar a empresa que tem para fazer filmes "especiais".
Medita longamente nesta proposta e acaba por aceitar.
Depois de entrar no meio já não havia saida.
Propõem-lhe a criação de uma agência de modelos para que jovens prostitutos possam circular livremenete pelo mundo,conforme as convenências do negócio.
A esposa fica encarregue dessa parte do negócio.
António começa a levantar cabeça e a pagar as dívidas que tinha acumulado.
Mas foi sol de pouca dura,de repente o sino de alarme toca e divorcia-se,desfaz a agência de modelos e ao mesmo tempo as televisões deixam de o convidar.
Alguém já tinha escolhido as vitimas que iriam tombar junto com José Ferragudo e António Raposo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O Caso Casa Pia-4-A Armadilha


Os personagens e acontecimentos aqui narrados provém da mente fecunda do autor e nada têm a ver com a realidade.

O Conde De Bailio,presidente do Banco Imperium, acordou muito cedo,na sua cabeça corriam os pormenores todos da festa que iria dar naquela noite no seu palacete do Estoril.
Não era uma festa igual às outras que decorriam todas a semanas.
Esta era especial,iria estar presente um administrador da Luso França,Sr Bouchet,empresa que estava a fechar um negócio extremamente importante para o Banco e ele necessitava urgentemente que passasse pelas suas mãos.
Recapitulou os telefonemas e contactos que tinha tido durante a semana.
-Serviço de catering e decoração pela empresa do costume.
-O seu amigo Freitas encarregou-se de contactar o Luis da Casa Pia para os rapazes e a D. Efigénia para as meninas.
-O seu amigo da PJ,Inspector Couto já tinha mandado preparar o quarto azul,camaras,microfones,etc.
-O seu amigo americano traria os rapazes treinados para as filmagens.
-A coca e o viagra vinham do sitio do custume.
-A lista de convidados estava feita e confirmadas as presenças.
-O Dr Viana ficara encarregue do controle sanitário dos prostitutos.
Bem ,estava tudo pronto.
São rigorosamente 21 Horas,quando chega à Av do Estoril o primeiro convidado.
A sala principal,adornada em tons de ouro está esplendorosa,ao meio a mesa de buffet,a toda a volta da sala,mesinhas de pé de galo forradas a vermelho,têm linhas de coca já enfileiradas e tubos de prata trabalhada ao lado.
Bombonieres Vista Alegre cheias de comprimidos azuis.
Musica suave e iluminação a condizer.
Pelo chão,aqui e ali almofadas em profusão.
Os 4 quartos,o azul,o rosa, o vermelho e o amarelo também estão preparados.
Os jovens estão desde há algum tempo numa sala à parte onde já lhes foi fornecida droga e bebidas para os aquecer.
Chegam o resto dos convidados e é dado o sinal para se iniciar a festa.
O Sr. Bouchet merece as atenções especiais.
Um empregado só para o servir e manter a flute sempre cheia.
São 22 horas e o ambiente começa a escaldar,entram as crianças vestidas de tunicas romanas transparentes,cada um escolhe a sua presa e começa o deboche.
O Sr, Bouchet,meio bêbado é encaminhado pelo dono da casa para o quarto azul,sabendo das suas inclinações o Conde tinha mandado para esse quarto os 3 pequenos americanos.
Peritos no seu trabalho,sabiam onde estavam as camaras e como colocarem o seu cliente de maneira a ficarem todos bem no retrato.
No dia seguinte o Sr Bouchet acordou numa cama enorme,num quarto pintado em tons de azul e ao lado,na mesa de cabeceira,um envelope.
Antes de o abrir já sabia que tinha sido apanhado.
Fotos onde se via perfeitamente miudos que não teriam mais de 10 ou 12 anos em práticas homosexuais consigo como estrela principal.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O Caso Casa Pia-3


Os personagens e acontecimentos aqui narrados provém da mente fecunda do autor e nada têem a ver com a realidade.

José Couto entra na Policia Judiciária como mero condutor.
Ao longo dos anos vai subindo na hierarquia e acumulando conhecimentos e favores entre todo o tipo de gente.
Para si,vai fazendo cópia de tudo aquilo que lhe possa interessar.
Do assassinato do filho de um banqueiro numa festa gay,guarda o nome do assassino,já que o processo é mandado abafar pelo então dirigente do País.
Em Cascais,na casa de um diplomata protegido do Ministro dos Negócios Estrangeiros,uma caixa cheia de fotos com gente conhecida em actos pedófilos.
Desde há muito que a pedofilia grassava em Portugal,sendo um roteiro indicado em todas as revistas gay como um destino paradisiaco.
-A Casa Pia como instituição remonta à fundação da Real Casa Pia de Lisboa (Lisboa, 3 de julho de 1780), por Pina Manique, intendente-geral da Polícia sob o reinado de Maria I de Portugal. Destinava-se à educação de órfãos e à recuperação, através do trabalho, de mendigos e vadios.
Com o andar dos anos e o beneplácito de altas individualidades do País,transformou-se em fábrica de jovens de ambos os sexos para festas pedófilas.
Volta que não volta falava-se em alunos da Casa Pia a prostituir-se no Parque Eduardo VII,Rossio,Jardins de Belém,etc.
Luis,entra na Casa Pia muito novo,e começa desde logo a ser abusado por alunos mais velhos,mestres e mais tarde passa a violador.
As queixas destes abusos chovem na secretária do diversos Provedores que por lá passam.
Uns porque sofrem pressões,outros porque são pedófilos e outros por desinteresse,nada fazem.
Corre o ano de 1998,uma chamada anónima para a PJ dá indicação de um grupo de jovens,alguns da Casa Pia,que se dedicam à prostituição e ao mister de "arrebentas" no Parque Eduardo VII.
A investigação começa e rápidamente se chega à conclusão que estavam debaixo de uma bomba,tantos eram os politicos e pessoas importantes que usavam os serviços desses jovens.
Entregues as conclusões ao Procurador Francisco Santos(muito conhecido nos meios gay),imediatamente veio ordem para se parar a investigação.
Maria da Luz,inspectora encarregue do caso,no entanto,resolve de motu proprio,fichar todos os jovens prostitutos e seus clientes.
Ao todos criou 800 fichas com os dados de cada um e foto.
Luis,já homem feito é agora motorista da Casa Pia,entra e sai a seu bel prazer,leva rapazes que escolhe a dedo para"passeios",denunciado como violador dos menores e angariador de clientes,passa sempre incolume.
Na PJ começa a perseguição a Maria da Luz.
Processos disciplinares ums atrás dos outros obrigam-na a pedir a transferência para outro lugar.
O seu trabalho desaparece das instalações da PJ e vai enriquecer o espólio do Inspetor Couto.
O partido no poder através dos Serviços Secretos e a pretexto de constituir matéria sensível,fica também com uma cópia.
Mais ou menos nesta altura o Ministro da Defesa vai para um hotel de Lisboa com um jovem prostituto e leva consigo a mala onde estão documentos que pretende estudar em casa.
O jovem é um "arrebenta",depois do serviço acabado rouba a mala.
José Couto,no dia seguinte apresta-se a devolver a mala desaparecida,mais uma que lhe ficam a dever.

sábado, 9 de outubro de 2010

O caso Casa Pia-2


Começamos aqui um romance,os seus personagens provém da mente fecunda do autor e as personagens e acontecimentos narrados nada têem a ver com a realidade.

No PS,corre o ano de 2002 e a ala direita do partido começa a ganhar força,prevendo-se que José Ferragudo venha a ser presidente do partido e o seu delfim,António Raposo primeiro ministro.
A fação esquerdista do partido bem como elementos de outros partidos não vêem com bons olhos esta ascenção.
O velho ditador do PS reune os seus apoiantes e depois de muitas indecisões acabam por decidir uma estratégia para mudar o rumo da situação.
Vão provocar um escândalo que faça cair José e o seu delfim.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O caso Casa Pia-1


Para entender parte da história.
Nunca saberemos exatamente quem foi culpado ou inocente.
Sabemos que naquele banco dos reus faltaram muitos nomes sonantes deste País,ou porque tinham prescrevido os crimes ou porque usaram as suas influência ou ficaram a dever uma a quem os não denunciou.

Esta parte 1 pretende recuar no tempo e entender a guerra de poderes dentro da PJ.

Investigação 33 - MP colocou inspectora-chefe da PJ sob escuta
O TELEFONE PRIVADO da inspectora-chefe da Polícia Judiciária, Ana Paula Matos, foi colocado sob escuta no âmbito do processo Casa Pia, por ordem do Ministério Público e do juiz Rui Teixeira, incidente que poderá levantar uma forte onda de indignação no seio da Polícia Judiciária.
A escuta foi pedida pelo inspector Dias André e pelo procurador João Guerra, e foi ordenada pelo juiz Rui Teixeira, tendo unicamente como base uma denúncia feita por uma mulher (alegadamente ligada ao mundo da prostituição) ao inspector da PJ, Dias André, que mantém um conflito pessoal com a sua colega Ana Paula há vários anos. O episódio assume à primeira vista contornos de vendetta pessoal, mas uma análise mais cuidada mostra-nos uma outra realidade, em que parece haver uma acção concertada em aniquilar qualquer crítica à forma como foi conduzida a investigação e recolha de provas no processo da Casa Pia. O conflito entre Dias André, Rosa Mota e a sua colega Ana Paula data de há uns sete anos. Em 1997 e 1998, Ana Paula e os seus colegas fizeram um levantamento exaustivo de jovens e crianças que se dedicavam à prostituição no Parque Eduardo VII, Rossio e Príncipe Real, em Lisboa, tendo organizado um ficheiro de arrumadores e arrebentas, com cerca de 800 fichas. Mais de metade eram de prostitutos, muitos dos quais tinha iniciado a actividade aos 10, 11 e 12 anos. Muitos deles eram casapianos. Em cada uma destas fichas constava o nome do jovem, apelido, morada e traços físicos. No verso da ficha, uma fotografia do jovem, tirada nas instalações da PJ, no segundo andar, junto a uma porta, mesmo ao lado do gabinete da inspectora Rosa Mota, que chefiava a secção de Ana Paula.

Também o SIS se interessou pelo assunto, justificando-se isso com uma tese que apontava para a «existência de um lóbi homossexual, suprapartidário e suprareligioso, acima do Opus Dei e da maçonaria, que teria como fio condutor as suas ligações homossexuais e, em alguns casos, até pedófilas. Este lóbi tinha uma força real ao nível político e económico sendo que as suas acções com crianças, passíveis de serem alvo de extorsão, podiam colocar em causa a segurança nacional» -- segundo fonte próxima dos Serviços de Informações.

Parte da informação recolhida pelo SIS teve como fonte a PJ, nomeadamente este ficheiro organizado e compilado pela secção de Ana Paula, dirigida por Rosa Mota, hoje destacada para o processo Casa Pia juntamente com os inspectores Dias André, José Alcino e Fernando Baptista.

Por essa altura, em 31 de Março de 1998, a inspectora-chefe Ana Paula recebe uma chamada de uma mulher que denunciava a existência de um grupo de assaltantes, prostitutos e chantagistas que actuavam no Parque Eduardo VII, chefiados por um tal João Alves. Do grupo faria parte o seu filho Rui[zinho], casapiano, na altura com uns 12 ou 13 anos de idade, mas já assaltando de arma em punho.

Bastaram poucos dias para os agentes da PJ descobrirem a identidade da mulher, uma alegada prostituta chamada Antónia, que, segundo uma testemunha, mantivera relações com João Alves, o chefe do gang a que o filho pertencia e que ela agora denunciava, porventura motivada por vinganças pessoais.

Desse gang do Parque fazia parte também um outro jovem com alcunha de Piriquito, também ele casapiano, tido como prostituto “de gente muito importante, políticos de direita” – segundo vários frequentadores do Parque. Mas a questão nunca foi cabalmente investigada pelo MP, que decidiu apressadamente arquivar partes do processo do Parque, que poderiam descobrir uma verdadeira rede de abusos sexuais a menores.

Nessa altura, o procurador do MP era um tal João Ramos que, curiosamente, foi a quem Rosa Mota enviou o actual processo da Casa Pia, em Novembro de 2002, alguns dias mais tarde entregue a João Guerra.

Este procurador João Ramos, conhecido nos meios gay de Lisboa, decidiu na altura do processo do Parque o arquivamento dos autos relativos a crimes de abusos sexuais, avançando exclusivamente com as acusações por roubo. Ana Paula e os seus colegas conseguiam desmembrar o gang do Parque, mas não logravam que se investigassem a fundo os abusos sexuais a menores e redes de extorsão.

Também Rosa Mota fizera-lhe saber que não queria que se metesse nesse tipo de investigação. As relações azedam-se.

Ainda investigavam este processo quando, em Novembro de 1998, a inspectora Ana Paula foi afastada da sua secção. «De repente começaram a surgir processos contra ela, até que foi afastada», conta-nos um operacional que trabalhara a seu lado. «Um seu superior chegaria mesmo a dizer-lhe que a melhor forma de a proteger era afastá-la dali o mais depressa possível», refere-nos a mesma fonte.

Três dias depois de Ana Paula sair, no dia 21 de Novembro, entra Dias André, que se iniciara na PJ como motorista. A partir desse momento, seria ele a dirigir a brigada que se ocupava de assaltos e furtos, sob as ordens de Rosa Mota. O certo é que nunca mais se ouviu falar de alguma investigação sobre a prostituição juvenil ligada aos assaltos, e seus tentáculos laterais, sobretudo a extorsão.

Três anos depois de Ana Paula ser afastada, Rosa Mota e Dias André mudam-se surpreendentemente para a 2ª secção, responsável pela investigação dos crimes sexuais. A base de dados contendo parte das cerca de 800 fichas iria na bagagem de Dias André, (algumas centenas tinham sido deitadas para o cesto do lixo), que manteve sob sua alçada esta base de dados ilegal durante todos esses anos, até ser descoberto pelas chefias, na sequência de um artigo publicado no EXPRESSO, em Agosto de 2003, onde se denunciava a existência do ficheiro.

Quanto a Ana Paula, relegada para prateleiras sucessivas, com processos disciplinares, ficou-lhe (segundo alguns seus colegas) a memória de Dias André e Rosa Mota, como «inimigos» viscerais.

É com este «enquadramento histórico» que deve ser vista a decisão de colocar sob escuta o telefone de Ana Paula. O argumento escolhido foi um providencial encontro entre Dias André e Antónia, a tal mulher que esteve na origem do processo do Parque,. Diz este que em 31 de Setembro de 2003 foi contactado por Antónia às 21:30 horas, a qual lhe terá contado “uma longa história” sobre uma abordagem feita na véspera pela inspectora-chefe Ana Paula, pedindo-lhe dados sobre um tal Piriquito, um Paulo e um tal Steve, todos eles personagens relacionados com o Parque Eduardo VII.

Segundo Dias André, Antónia disse-lhe que Ana Paula lhe contara que a investigação da Casa Pia estava a ser mal conduzida, que os arguidos estavam inocentes e que lhe prometera algum dinheiro a troco de «alguns elementos sobre indivíduos conhecidos do seu filho Ruizinho e na altura em que aquele foi abusado sexualmente.»

Ana Paula é tida como uma das profissionais da PJ que melhor conhece os meandros da prostituição juvenil. Se o que a prostituta contava era verdade e se existissem de facto esses «elementos sobre indivíduos», porquê então colocar o telefone de Ana Paula sob escuta, em vez de chamá-la a depor e com ela descobrir esses mesmos elementos, que podiam permitir apurar a verdade?

Por isso, a acção contra Ana Paula pareceu sobretudo visar a paralização de acções que pudessem colocar em causa a investigação ao processo da Casa Pia, e o episódio deixa sérias dúvidas sobre se o testemunho da inspectora-chefe não poderia, afinal, descobrir o que a investigação actual do MP negligenciou.

Mas o argumento usado para colocar o seu telefone sob escuta foi o de «favorecimento pessoal». O mesmo tipo de argumento usado contra Ferro Rodrigues, para também colocar os seus telefones sob escuta.

Não obstante a nossa insistência, não conseguimos até ao momento obter uma reacção da inspectora-chefe Ana Paula.

Jorge Van Krieken"

domingo, 3 de outubro de 2010

O caso do Parque

Carlinhos vive em Chelas. Foi criado com a avó, porque a mãe não tinha tempo. Completou o 9.º ano e depois saiu da escola. Mas nunca trabalhou. "A minha família nunca me deu nada. Agora posso fazer a vida que eu quero." Os carros passam para cima e para baixo, cada vez em maior número. Na sua maioria são grandes, de gama alta, com um homem sozinho. "Já há dois anos que venho para aqui. Vim porque amigos meus me trouxeram. Eu via como eles ganhavam dinheiro, como falavam de telemóveis e motos, e também quis."

Os carros páram, para falar com os jovens, que não são mais de uma dúzia, de ambos os lados da rua. A procura em clara desproporção com a oferta. "Vou por 80 euros. Oral ou anal, 20 minutos, no carro. Às vezes dão presentes."

Os jovens que se prostituem aqui aparentam quase todos mais de 18 anos. Mas há alguns de 13 e 14, garante o Carlinhos. São do bairro dele e de zonas semelhantes. Alguns estão em instituições. Da Casa Pia e outras, acrescenta.

"Desde que começou a ser falado na televisão, isso diminuiu muito", diz Sérgio, referindo-se à prostituição de rua de alunos da Casa Pia. "Mas agora voltou. Há clientes, não há? Enquanto houver o negócio não pára."

Carlinhos diz que faz uma média de cinco clientes por dia. Aos fins-de-semana pode chegar aos 15. "Não quero ter uma vida triste. Nem andar a roubar. Prefiro estar aqui, onde me dão valor pelo que eu sou. Tenho amigos, sei que nunca terei problemas."

Não vem todos os dias. Mesmo assim, faz mais de três mil euros por mês. Sem contar com as festas. Aí o cachet vai aos 300 euros, fora as "lembranças". Decorrem em casas particulares, geralmente na zona de Évora. "Bebemos, dançamos, depois cada um dos senhores pega num rapaz e leva-o para um quarto. Mas é tratamento VIP. Não nos falta nada."

O problema com as festas são os intermediários. Os contactos são muitas vezes feitos por angariadores, proxenetas que organizam tudo e ficam com uma grossa comissão. São eles que sabem das festas e que promovem encontros em hotéis. "Não gosto disso", diz Carlinhos. "Trabalho por conta própria. Não preciso de ninguém a controlar a minha vida."

Gere sozinho o negócio. "Perigoso? Não. Eu sei o que faço. Quanto menos confiança, melhor. Não quero saber os nomes deles, nem que eles saibam o meu. Nunca combinamos nada. Acontece no momento. Aparecem, chegamos a acordo, fazemos o que tem de ser feito, ciao."

Carlinhos tem namorada, que não sabe que ele está aqui. Diz à avó que vai dormir a casa da mãe e a esta que fica com a avó. Nem uma nem outra alguma vez se preocupou em saber se era verdade. "Quanto menos pessoas souberem, melhor", diz ele.No futuro, quer ir para o estrangeiro. "Isto não é vida para mim", diz, pensativo, olhando as sapatilhas Puma que tem nos pés. "O meu sonho é comprar um Porsche. Um Carrera branco. E ir para a Suíça. Quero ter uma vida a sério. Não quero acabar como esses." Aponta para os carros familiares que planam sobre o parque, como rapinas.

Lá dentro vão rostos alheados e hostis, fingindo não olhar para o lado, como se a rua tivesse saída para algum lado. Ou cabeças grisalhas espreitando pelas janelas, olhos semicerrados de avidez, desprezo e medo, procurando a presa como se vasculhassem os despojos de uma catástrofe.

"São pessoas tristes. Têm tudo e não estão satisfeitos. Metem-me muita pena", diz o Carlinhos, fazendo voz de homem. "Eu posso ir com estes senhores, para comprar um Porsche, mas nunca serei como eles."

(Sérgio e Carlinhos são nomes fictícios. O diminutivo não)
Picado daqui:
http://www.publico.pt/Sociedade/prostituicao-de-menores-e-o-ultimo-acto-das-longas-noites-do-parque_1454158?all=1
1996:
Uma brigada da PJ, chefiada por Ana Paula, descobre criminalidade pedófila, no Parque Eduardo VII e nos Jerónimos, com envolvimento, preponderante, de alunos da Casa Pia, de várias idades. A actual coordenadora de investigação criminal, Rosa Mota, tentou parar a investigação, dizendo, a Ana Paula, que era uma questão “muito perigosa”. Esta, no entanto, continuou; e organizou um ficheiro dos miúdos. Repare-se que, neste ano, já Pedro Strecht “acompanhava” os alunos da Casa Pia. Os miúdos mostraram casas no Restelo, Cascais e Coruche. Um deputado europeu foi apanhado em flagrante. Ana Paula recebeu “ordens” para “esquecer o sujeito”. Não obedeceu totalmente e, como consequência, os elementos que trabalhavam com ela foram perseguidos, acabando por pedir transferência. Mesmo assim, Ana Paula ainda descobriu muito, de muitas figuras, e também filmes domésticos. Foi afastada da Brigada e “posta na prateleira”.
Quatro ou cinco anos mais tarde, (no início deste século, portanto) foi “apertada” pelo Dr. Rui Pereira, Director do SIS, e pelo chefe Basílio, também do SIS, que queriam “informações” sobre o caso dos miúdos. Basílio queria elaborar um dossier que estabelecesse a ligação entre políticos do PS, figuras ligadas a esse partido, e a homossexualidade. Ele, e colaboradores, andaram a entrevistar miúdos e adolescentes, nas zonas de prostituição masculina e nas cadeias. Chegavam a mostrar fotografias. Depois deste “aperto”, Ana Paula pediu a transferência para o terrorismo.
Este ficheiro desapareceu.

Portanto já é conhecido desde pelo menos 1996 que há crianças da Casa Pia a prostituir-se no Parque

Escandalo Ballet Rose

No final dos anos 60 rebentou em Portugal um escândalo sexual, envolvendo políticos poderosos do Regime do Estado Novo, prostitutas e filhas de prostitutas, meninas muito jovens, de 8 , 9 , 10 anos, que eram entregues pelas mães para se prostituirem com vários dignitários do Regime
Ficou na história conhecido como o "Rallet Rose".

Como se sabe , em 1967 rebentou um escândalo de abuso sexual de meninas, algumas com 8 e 9 anos, por parte de gente muito influente do Regime do Estado Novo.
Além de Condes, Marqueses, estavam implicados industriais, empresários e um Ministro do Governo de Salazar. O Correia de Oliveira (ministro da Economia).
Quarta-feira, Agosto 20, 2008
Ballet Rose - Abusos sexuais de crianças e a "Caça à Lolita no jardim do ministro"

Já aqui escrevi sobre o escândalo sexual, de abuso sexual de menores, que ficou conhecido por "Ballet Rose".

Mas agora vou referir o jogo sexual entre os velhadas abusadores e as crianças, o jogo chamado "A Caça a lolinha no jardim do ministro" e,porque razão ficou o escândalo conhecido por "Ballet Rose" e indicar duas ou três "coincidências" entre esse caso e o escândalo "Casa Pia".

Como se sabe , em 1967 rebentou um escândalo de abuso sexual de meninas, algumas com 8 e 9 anos, por parte de gente muito influente do Regime do Estado Novo.

Alem de Condes, Marqueses, estavam implicados industriais, empresários e um Ministro do Governo de Salazar.

A PJ prendeu a modista Genoveva, encontrou uma lista com os clientes das meninas.
Uma das raparigas foi à PJ , na companhia do advogado Dr. Fernando Pires de Lima e contou tudo o que sabia.

Um escândalo !

O Poder quis que o advogado se afastasse. Mas este assumiu a defesa da rapariga.

Foi então revelado um dos "prelimirares sexuais", que vou contar citando o Livro nº 23, da Edição Os Anos de Salazar" 1967.

O jornal italiano ABC publicou um artigo sobre o escândalo sexual com o título " A caça à lolita no jardim do ministro" .

Vou então citar o livro que acima referi neste excerto:

"Sob o título "Caça à lolita no jardim do ministro", relata-se detalhadamente a participação entusiasmada de um membro do executivo, muito próximo de Salazar, em brincadeiras com raparigas de idade inferior a 14 anos, juntamente com outros indíviduos.
Nos jardins da grande moradia que esse ministro tinha no Estoril , realizavam-se frequentemente aquilo que era descrito como "caçadas", durante as quais uma dezena de miúdas completamente despidas, com excepção dos sapatos e de uma cabeleira com uma fita colorida, eram soltas como se de uma reserva animal se tratasse. Uma vez em liberdade, os caçadores- "diversos aristocratas, o tal ministro e altos funcionários estatais" - seguiam-lhes no encalço, igualmente despojados de roupas e também com uma fita colorida. O "jogo" consistia na captura da rapariga que tivesse a fita com a mesma cor que o seu "caçador" e na consequente consumação do acto sexual. Noutras ocasiões, as menores dançavam nuas sob holofotes de luz rosa, prática conhecida como "Ballet Rose" e pela qual o caso ficou conhecido.".
In. Ob. Cit. ág. 23.

Perante o escândalo o Poder Político defendeu-se atacando o advogado de defesa da rapariga. Colocando escutas telefónicas para impedir os jornalistas estrangeiros de obter informações.Disse que estava ofendido "O bom nome de Portugal", que era tudo calúnia, difamação, que era a imprensa e a oposição que inventavam tudo.

Pressão atrás de pressão sobre a PJ , o Ministro da Justiça Prof. Antunes Varela demitiu-se por não concordar que fosse abafado tamanho crime, que era de delito comum e não político e o caso foi abafado.

Mais tarde descobriu-se que um industrial tinha até uma sala de torturas para as suas prostitutas, que uma morreu enforcada.

O regime abafou tudo.

Quem conhece o caso Casa Pia , ainda que pela comunicação social, poderá ajuízar as coincidências com o caso Ballet Rose, nomeadamente a célebre "teoria da cabala".
Com uma agravante: Vivemos num Regime Democrático, na União Europeia!!!
Picado daqui:

Embora todos os nomes nunca tenham sido publicados,envolveu o Conde de Monte Real
O processo judicial decorreu entre 1966 e 1971 (embora as investigações pela Polícia Judiciária, tenham sido interrompidas inesperadamente em 1968 e o caso abafado ao mais alto nível). O então advogado, Dr. Mário Soares, um dos denunciadores dessas práticas, foi acusado de atentar contra o «bom nome de Portugal» ao divulgar o caso na imprensa estrangeira em 1967, sendo preso e deportado para S. Tomé e Príncipe.
Alguns arguidos foram levados à barra do tribunal mas, por falta de provas, já que a maioria dos intervenientes deram versões (pagas?) de pouca credibilidade dos factos que se teriam passado, foram absolvidos, com excepção de uma modista, um administrador bancário, um proprietário hoteleiro, e duas prostitutas, e falou-se de um ou dois suicídios.
Embora todos os nomes nunca tenham sido publicados,envolveu o Conde de Monte Real,Conde de Caria e Conde da Covilhã.

Para a história gay e lesbica em Portugal

PEDERASTIA NÃO TEM A VER COM SER GAY OU LESBICA
AS FESTAS QUE SE REFERENCIAM POR VEZES TERIAM MENORES,SÓ POR ISSO TEM INTERESSE ESTE ARTIGO.
Pelo menos uma destas pessoas fez parte do escândalo Ballet Rose
http://www.opusgay.org/Ditadura_Gay.html

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Para que saibam que o que digo é verdade

http://www.youtube.com/watch?v=_OUrh65BjZw
http://www.youtube.com/watch?v=3zlVfzr1onQ&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=po6hWgMvwHc&feature=related

Para entender a pedofilia


Volto a postar o que se encontra na wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia
Basta fazer copy past e depois ler com atenção.
Teremos de considerar quatro tipos de pedofilia:
-O casual,em que por diversos motivos o individuo abusa de uma criança,não sendo o seu modus operandi normal.
-O pedofilo compulsivo.
-As redes pedófilas
-O uso de pedofilia por Governos ou outros poderes para determinados fins politicos ou economicos.
O pedofilo casual poderá nunca mais praticar esse acto ou poderá reincidir se a ocasião for propicia.
O compulsivo,não se consegue relacionar sexualmente com adultos,tem de possuir o poder sobre o ser mais fraco,mesmo castrado quimicamente poderá repetir os actos pedofilos.
Indico o ex Embaixador Jorge Ritto como um exemplo,pois e como afirma,é impotente desde há muitos anos mas não parou os seus actos,conforme se encontra descrito pelos abusados nos autos do processo Casa Pia.
Usa objectos para penetrar as crianças,tirando daí o seu prazer.
As redes pedofilas alimentam os pedofilos compulsivos,fornecendo "carne fresca" para festas e orgias,sendo pagas a peso de ouro.
Também produzem ou fornecem jovens para filmes.
Estas redes,muito poderosas,estão também ligadas a droga,tráfico de armas,branqueamento de dinheiro,crime organizado,etc.
O seu poder vem não só do dinheiro que possuem,mas também dos conhecimentos na alta finança,politica,etc.
As crianças que caiem nessas redes,quando já conhecidas em determinado País,são trocadas com outras redes até que por volta dos 16 anos deixam de ter interesse e aí,ou entram também no circuito e passam a trabalhar para a rede ou são mortas.
Também se organizam violações via net com clientes selecionados que podem custar mais de 500.000 US$ onde a criança sofre as sevícias que os clientes vão indicando,terminando a sessão muitas das vezes pela morte em direto por asfixia enquanto é violada.
Normalmente fazem-se filmes destas sessões,chamados snuff films.
Na Roménia,uma criança,na cotação desta semana valia um maço de tabaco se fôr um romeno a comprá-la ou 100 euros,se fôr um estrangeiro.
Os Países que usam crianças para extorsão e chantagem através dos seus Serviços Secretos,ensinam-nas a ser prostitutos.
Suponhamos que determinado País quer ter vantagem negocial sobre outro num negócio,por exemplo de aviões de combate.
Ou paga luvas que podem chegar a milhões de euros ou sabendo que o ministro A ou outra figura qualquer de interesse vital para o negócio tem inclinação por crianças,prepara-lhe uma armadilha.
A criança usada sabe perfeitamente o que se espera dela,onde estão as câmaras ocultas,como se colocar,o que fazer e dizer.
REVOLTA-SE O ESTOMAGO NÃO É?
MAS TUDO ISTO É A PURA REALIDADE DOS NOSSOS DIAS E DURA HÁ DECADAS.
COMO PARAR ESTE POLVO?

domingo, 26 de setembro de 2010

O fechar de uma página


Das crianças desaparecidas há muito tempo,se vivos já adultos,o que sei é que uma há 2 anos atrás vivia nos USA,não indico o nome por vontade da família e dela própria.
Outra suicidou-se mas como o corpo nunca foi encontrado o processo continua em aberto.
Sofia Catarina Andrade de Oliveira ,só o pai poderá dizer o destino que lhe deu.
Todos os outros desconheço o seu paradeiro.
Durante estes anos,tive uma alegria,postaram no meu blog,a C...... voltou a viver,desaparecida durante largos meses reapareceu das profundezas da droga para voltar a ser uma pessoa normal.
Vou dar inicio a outra fase.

sábado, 25 de setembro de 2010

Verdade ou mentira

Serve para pelo menos perceber alguma da roupa suja.
http://muimentiroso.blogspot.com/2004/12/para-memria-futura.html

As máscaras que nos dominam


O que sei e não posto,foi-me dito por intervenientes na pedofilia em Portugal,só que se forem presentes a tribunal negarão tudo.
Por isso mesmo sabendo que falam a verdade,não posso postar.
Outros refizeram a sua vida e tentam esquecer os seus dramas passados.
Sei de um professor que durante dezenas de anos violou,e gabava-se,avô,pai e filho.
Tem 90 anos agora.
Não posso pôr o nome dele sem que os abusados sejam expostos também.
Gente que conseguiu superar a sua dôr e ser cidadão normal.
Gente que nunca contou a ninguem o seu drama.
Não seria justo expôr a sua vida passada.
Outros casos podem pôr em risco a vida de familiares meus(tenho recebido ameaças sim).
Também não seria justo que pagassem pela minha "coragem".
Há forças ocultas neste País que tudo dominam,policia,juizes,banqueiros,politicos,do mais obscuro cidadão ao mais alto nível.
O avental controla tudo.
Recomendo a leitura deste blog:
http://josemariamartins.blogspot.com/
Enquanto Mário Soares fôr vivo,nunca se saberá nada que prejudique A ou B,a não ser intencionalmente.
O preço que pagou para ser o lider de Portugal no verão quente(se Alvaro Cunhal ganhasse,Espanha já tinha luz verde para tomar Portugal)reflectiu-se durante todos estes anos.
Quando Portugal caiu na bancarrota os USA avalizaram o empréstimo da Alemanha para que o Banco de Portugal pudesse abrir no dia seguinte.
Mário Soares estava no aeroporto á espera do avião que trazia as divisas.
Não foi por acaso que Frank Carlucci,ex diretor da Cia,veio para embaixador.
Não foi por acaso que Portugal serviu de rota no caso Irão Contras(o estupido do empregado do aeroporto escreveu no manifesto de carga o destino final como sendo o aeroporto usado pelos contras).
Tudo isto e muito mais acaba por se emaranhar e entrelaçar,armas,droga,pedofilia,chantagem,lavagem de dinheiro,política,poder.
A RosaCruz teria muito que contar.

Limitação de responsabilidade (disclaimer): As entidades e personalidades, objecto das notícias dos media que comento não são acusadas de nenhum delito,e quando arguidas, gozam do direito à presunção de inocência até ao eventual trânsito da sentença em julgado.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O desgosto


Obrigado em primeiro lugar a quem me mandou informaçõs sobre as crianças desaparecidas.
Nada de novo se apurou.
Pelo contrário sobre a pedofilia em Portugal recebi muitas informações.
1-Um fadista célebre intermediou a compra do silêncio de um dos abusados.
2-Quem está por detrás desta pedofilia que nos domina vem do tempo do caso Ballet Rose.
3-O avental que nos domina tapa os seus irmãos,qual manta mal cheirosa e rota.
4-Catalina Pestana falou,mas não disse tudo....minha senhora agora que já nada tem a perder e em breve terá de prestar contas a Deus porque não abre completamente o livro da sua vida?
5-Sr. General Eanes,o Sr. que me tocou profundamente com a sua atitude de negar a segunda reforma que lhe queriam dar e deu um exemplo único,porque nada fez quando os alunos da Casa Pia o confrontaram com os abusos que sofriam?
Que tentáculos o manietaram?
Como a mão na imagem acima ,escrevo acorrentado.
Sei.....mas não posso postar.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Crianças desaparecidas em Portugal


http://www.policiajudiciaria.pt/
Depois de abrir o site ir a pessoas desaparecidas
Quem tiver acesso a bancos de dados da Seg. Social,emissão de BI,declarações IRS,enfim,quem quiser e puder ajudar,faça busca pelo nome e mande informação para o meu mail thedream52000@yahoo.com,com morada e/ou telef,para eu poder confirmar e enviar para a Policia Judiciária.
Todas as informações que receber serão investigadas e as minhas fontes de informação preservadas.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novo rumo


O Processo Casa ia está acabado,independentemente de recursos e outras manobras que mais não visam que os condenados nunca conheçam a cadeia.
Neste blog que sempre foi a minha casa,embora passando pelo Facebook pela visibilidade que se impunha ter,passa ao seu real objectivo,o que havia para dizer sobre pedofilia em Portugal está postado.
Cabe a cada um tirar as suas conclusões.
Não postarei mais assuntos de pedofilia,a menos que haja algo de muito importante.
Vou começar a postar,uma a uma,as crianças desaparecidas.
Se alguma das pessoas que me lê tem acesso a bases de dados da Segurança Social,Finanças,etc,quiser pesquisar os nomes e se encontrar alguma pista,agradeço que mande via Face ou por mail para thedream52000@yahoo.com uma mensagem para eu poder contactar a Policia Judiciária,se se verificar ter cabimento.
As fontes serão anónimas.
Grato a todos que me seguem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Relembrando uma petição que nunca teve resposta


Quando um grupo de cidadãos faz uma petição e o que lá coloca é de tal maneira grave que arrasta pela lama nomes sonantes e membros do Governo,e acusa de corrupção,chantagem e o mais que podem ler,deveria no mínimo haver uma investigação e acontecer qq coisa.
Ou eram acusados de ene crimes os visados ou os peticionários.
Penso que será esta a lista de Carlos Cruz,mais nome menos nome.

Retirado do espirra verdades:

Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010O
Homem é o Lobo do Homem
" há mais mistérios entre o céu e a terra que supõe a nossa vâ filosofia "

Shakespeare


Passado mais de um ano, é caso para perguntar: o que foi feito? Como o agravamento da nossa degradação social demonstra, foi feito NADA! Por isso permanecemos mais desesperados, com menos esperança, sem ver caminho para o futuro, mais reféns de toda esta infâmia!
Isto não pode continuar assim. Esta luta é de todos, ou nunca será vencida!
Segundo indaguei, junto de jornalistas, e tem sido confirmado, de forma velada, por alguns comentadores televisivos, este documento começou por ser enviado às entidades nele referidas, no primeiro semestre do ano de 2003. Depois foi enviado a todos os órgãos de comunicação social e agências noticiosas. Tendo sido, igualmente, ignorado, apesar da gravidade (e verosimilhança) do seu conteúdo. Finalmente, foi publicado num “blog” conhecido pelo nome de “MUITO MENTIROSO”.
Como, até agora, apesar de ser facilmente constatável a veracidade do seu conteúdo, (que transparece, todos os dias, na nossa negra realidade) não mereceu a atenção que merece, como se pode verificar pela continuidade desta nossa escabrosa realidade, de todos os dias, aqui fica, novamente, à atenção de todos. Solicito que sejam feitas cópias e enviadas a todas as entidades e a todos os endereços de “e-mail”, dos vossos contactos.
Não pode ser assim! Um documento tão importante não pode ser ignorado, enquanto a nossa vida comum se continua a degradar, devido às situações escandalosas que relata e em que "tropeçamos" todos os dias. Esta bandalheira tem de acabar!
Relatório do GOVD
Que dizem integrar elementos da PJ e SIS
Transcrição:

“Para:
Presidente da República / Primeiro-ministro / Ministra da Justiça / Procurador Geral da República / Juiz Rui Teixeira / Presidente do PSD / Dr. Pedro Santana Lopes (PSD) / Secretário Geral do PS / Presidente do CDS // Secretário Geral do PCP / Dr. Francisco Louça (BE) / Dr. Adelino Salvado, Director Nacional da PJ,

Somos o GOVD – Grupo Operacional de Vigilância Democrática. Somos um grupo de cidadãos, homens e mulheres, que integre também vários profissionais das Polícias e Serviços Secretos Portugueses. Somos democratas e defendemos um Estado de Direito, em que as polícias devem estar ao serviço da comunidade, para proteger o Estado e os cidadãos. Para isso têm que estar ao serviço duma Justiça Verdadeira. Somos contra a corrupção, extorsão, calúnias e contra o uso do crachá para benefícios próprios… Infelizmente, somos necessários e temos que usar a clandestinidade.
Em relação ao processo “Casa Pia”, chegou a altura de dizer “BASTA!” e denunciar a teia que se construiu à volta de alguns cidadãos inocentes; e que continua a ser “tecida” com os dados viciados, de algumas pessoas da Polícia Judiciária (constituídas em Associação Criminosa, com ramificações a várias actividades ilícitas) e do Ministério Público.
Os verdadeiros pederastas e traficantes andam à solta, na Casa Pia, no Governo, na Comunicação Social, na Magistratura e na Alta Sociedade. Este processo chegou a uma situação insustentável e sinistra. Por isso decidimos actuar! Por enquanto, junto de altas entidades responsáveis; seguidamente iremos para a Comunicação Social Portuguesa e estrangeira.
Comecemos, este relatório, pelo ano de 1996:
Uma brigada da PJ, chefiada por Ana Paula, descobre criminalidade pedófila, no Parque Eduardo VII e nos Jerónimos, com envolvimento, preponderante, de alunos da Casa Pia, de várias idades. A actual coordenadora de investigação criminal, Rosa Mota, tentou parar a investigação, dizendo, a Ana Paula, que era uma questão “muito perigosa”. Esta, no entanto, continuou; e organizou um ficheiro dos miúdos. Repare-se que, neste ano, já Pedro Strecht “acompanhava” os alunos da Casa Pia. Os miúdos mostraram casas no Restelo, Cascais e Coruche. Um deputado europeu foi apanhado em flagrante. Ana Paula recebeu “ordens” para “esquecer o sujeito”. Não obedeceu totalmente e, como consequência, os elementos que trabalhavam com ela foram perseguidos, acabando por pedir transferência. Mesmo assim, Ana Paula ainda descobriu muito, de muitas figuras, e também filmes domésticos. Foi afastada da Brigada e “posta na prateleira”.
Quatro ou cinco anos mais tarde, (no início deste século, portanto) foi “apertada” pelo Dr. Rui Pereira, Director do SIS, e pelo chefe Basílio, também do SIS, que queriam “informações” sobre o caso dos miúdos. Basílio queria elaborar um dossier que estabelecesse a ligação entre políticos do PS, figuras ligadas a esse partido, e a homossexualidade. Ele, e colaboradores, andaram a entrevistar miúdos e adolescentes, nas zonas de prostituição masculina e nas cadeias. Chegavam a mostrar fotografias. Depois deste “aperto”, Ana Paula pediu a transferência para o terrorismo.
Depois de colocarem Ana Paula “na prateleira”, nomearam Dias André. Este enriqueceu rapidamente, comprando mesmo uma moradia, no valor de cem mil contos. A sua ligação ao tráfico de droga, “oficial”, dentro da PJ e/ou a chantagem com material pedófilo, justificam bem o seu valioso património actual (oficial e clandestino), que está muito acima do milhão de contos. De sublinhar que tem mesmo um processo por extorsão. Este património é, no entanto, inferior ao de Dias Costa (reformado tão depressa), ao do seu chefe Paulo Rebelo (vários milhões de contos), que é afilhado de Laborinho Lúcioi, Luís Neves Baptista, Ilídio Neves Luís, etc. Este é outro “filme”, com actores que são comuns.
Quando foi nomeado, Dias André mandou retirar, rapidamente, o “dossier do Parque”. Entretanto, “desapareceu” também, um conjunto de fotografias de miúdos nus, numa residência situada em Cascais, onde foi assassinado um indivíduo do “jet-set” (Burnay). Dias André terá, no entanto, guardado parte do ficheiro, que está agora atentar utilizar no Processo Casa Pia, para forjar provas e para encontrar jovens que testemunhem, com mentiras.
O que é notável é que Dias André foi suspenso por extorsão (trabalhando em conjunto com o seu irmão da PSP) e, mesmo suspenso, frequentou o curso para a chefia. Dependendo (só em teoria, porque ele próprio afiram que manda nela) da coordenadora Rosa Mota, pediram-lhe para levantar a suspensão. Fizeram este “pedido”, à coordenadora, entre outros, o Dr. Gonçalves Pereira e Bonina, o Procurador-Geral e adjunto Agostinho Homem e o Juiz Desembargador Trigo de Mesquita (sorteados para analisar os recursos de Carlos Cruz e Paulo Pedroso, como nos sorteios dos árbitros de futebol).
Foi o Dr. Fernando Negrão, apoiado pela Dra. Leontina, que ainda é Sub-directora, quem manteve a suspensão. Pagaria caro, mais tarde, pela mão do Dr. Cunha Rodrigues.
Dias André foi “introduzido”, no meio jornalístico, por Moita Flores e pelo inspector-chefe Teixeira. Assim conheceu a sobrinha de Cunha Rodrigues, no Diário de Notícias (que veio a ser testemunha-chave, contra o Dr. Fernando Negrão); Jorge Soares, do Correio da Manhã (que tem, hoje, como “braço armado”, Octávio Lopes, com a cumplicidade de Octávio Ribeiro); Felícia Cabrita, do Expresso e da SIC; Paula Crvalho, do Público. Entretanto, um tal Câmara, do Diário de Notícias, foi identificado pelos miúdos. O caso (mais este) também foi “abafado”. A Paula Casou com um elemento da Brigada. São visita da casa de Pedro Strecht.
Felícia Cabrita, dormindo com o inspector-chefe Teixeira e com Orlando Romano, foi autorizada a acompanhar a Brigada de Homicídios. Começou assim, Felícia Cabrita, (muito através da sedução, como ela própria confessa, publicamente) a ter responsabilidades e protagonismo na “criação” de factos e de histórias, que vêm a culminar no Processo Casa Pia, actuando como “braço direito” de Dias André, com quem anda, frequentemente, no carro da PJ e não só.
Depois de Cunha Rodrigues ter “abatido” Fernando Negrão e “escondido” muitos processos da Alta Autoridade Contra a Corrupção (quando esta foi extinta), estes foram utilizados, como chantagem, sobre muitas pessoas da vida política, económica e financeira. Rosa Mota e Dias André são catapultados para o topo.
O Dr. Bonina faz uma reestruturação e, para surpresa de todos na PJ, Rosa Mota é colocada nos “crimes sexuais” sem qualquer experiência de investigação (o seu currículo era mais de colaboração com a Interpol). Assim, fica nas mãos de Dias André, que ela, estranhamente, leva consigo, transformando-se, rapidamente, em sua “marioneta. Leva-o para todas as reuniões e é ele quem fala. Perdeu todo o respeito da PJ e é, hoje, motivo de galhofa. Dela se contam várias histórias e anedotas, nomeadamente sobre a sua vida sexual de lésbica.
Dias André é perigoso! Lança mão de todos os meios, principalmente os ilícitos, para atingir os seus fins. Desobedece, livre e impunemente, aos Chefes e Directores. Chegou a gabar-se de “estar a fazer a cama” à sub-directora Dra. Leontina, que foi, durante muitos anos, coordenadora dos crimes sexuais, inclusivamente quando aí trabalhava o agente Caetano (que interveio no processo de 1982, da casa de Jorge Ritto).
Caetano cumpriu, entretanto, oito anos duma pena de doze, por extorsão. Suspeita-se que, recentemente, tenha recebido bastante dinheiro, de Dias André, para dizer que os miúdos que referiram Carlos Cruz, em 1982, eram credíveis. Mas a história é outra: ele disse, aos colegas antigos, que “os putos tinham tentado incriminar figuras públicas, como Carlos Cruz, mas era tudo mentira”. Até conseguiu identificar, segundo contou, o indivíduo que se fazia passar por Carlos Cruz, porque achava graça que os miúdos o confundissem.
Dias André gosta de beber. E, “com os copos”, fala bastante. Foi “com os copos” que disse, a quem o quis ouvir, que: “graças ao Moita Flores, tinha encontrado, no Alentejo, um processo antigo, que provava que, o grande amigo e assistente de Carlos Cruz, “comia” putos”. E, também “com os copos”, disse, a um colega, que andava atrás de Carlos Cruz.
Em Janeiro de 2003, Dias André disse, à Dra. Isabel Polónio, que ia fazer prisões. Que ia “tirar o ar” às suas vítimas, para que elas reagissem. Os que “se mexessem” eram presos.
Felícia Cabrita já tinha o “seu papel” definido: criar situações e controlar a publicação de notícias, para intoxicar; baralhar para confundir. Também nessa altura, esta “jornalista” teve um encontro com o Eng. Paes do Amaral, patrão da TVI (ligação à Moderna, lavagem de dinheiro, ligação à Colômbia e homossexualidade). Tinha, assim, na mão a TVI e o Portugal Diário na Internet, que começaram a contradizer o que tinham ouvido antes, sobre a inocência de Carlos Cruz, nos depoimentos já obtidos.
Diz-se mesmo (não confirmado) que existem fotos de Paes do Amaral com miúdos. Por isso é chantageado e chantageável. Paga, e põe a TVI ao serviço da “jogada”. Entrou em “pânico” quando soube que Sá Fernandes (avençado da TVI) ia ser odvogado do apresentador. Ele, Dias André, João Guerra, Catalina Pestana e Octávio Lopes, tentam retirar Sá Fernandes da defesa de Carlos Cruz.

As “estratégias” das duas prisões de 31 de Janeiro de 2003
Com Hugo Marçal foi usada a “técnica” de o assustar: com várias ameaças, pelo telefone. Mas, ao contrário do que se esperava, Marçal não fugiu.
De Ferreira Dinis encarregou-se Felícia Cabrita, que levava dois planos: pagou a um miúdo para bater à porta do médico. O miúdo receberia mais, se chegasse a ter alguma intimidade com Dinis. Não resultou. E parece que há testemunhas que foram à PJ declarar que viram, a Cabrita, a pagar. Resta saber onde estão estes depoimentos.
Felícia avançou, então, para o “plano B”: simulou que a estavam a tentar atropelar (como foi visto na SIC). O miúdo, assustado, confessou conhecer, a Cabrita, através de Dias André.
Quanto a Carlos Cruz, a Dra, Isabel Polónio deu conhecimento ao Director, Dr. Artur Pereira. Dias André não contava com isso. Aquele convocou uma reunião para o dia 30 de Janeiro. O duo Rosa Mota / Dias André, não levou o processo. Limitaram-se a dizer que três testemunhas reconheciam Carlos Cruz e que o Ministério Público já tinha decidido passar os mandados de detenção. O Dr, Artur Pereira “não engoliu”. Disse que as provas eram insuficientes e que a investigação devia prosseguir.
Também se falou de Políticos e Ministros e o Director Nacional foi informado. Dias André, com a sua arrogância, irritou o Dr. Artur Pereira, que deu uma ordem: _ “nada de detenções; nada de vigilâncias ou de seguir pessoas, até prova credível.
Nessa noite, reuniram-se, de emergância, Rosa Mota, Dias André, Moita Flores e Felícia Cabrita. E ainda nessa noite, Dias André reuniu-se com o Dr. Agostinho Homem, procurador-geral adjunto.
No dia 31, “o duo” foi falar com o Dr. João Guerra, no DIAP. Fizeram “queixa” da Direcção Geral da PJ, que diziam querer proteger Carlos Cruz. Nesse dia, essa versão foi “vendida” ao Procurador Geral. Este resolve falar com o Director Geral da PJ apenas na segunda-feira, já depois das detenções. O DIAP, depois de grandes discussões, avocou o processo; e o Dr. Adelino Salvado (contra as instruções da ministra), com medo, não se sabe de quem, ou de quê, destaca funcionários. O Dr. João Giuerra passa a ter instalações e carros da PJ. Quando lhe são recusados mais meios, ameaça a PJ, acusando-a de “colocar entraves à investigação”. Não esquecer que é paranóico e esquizofrénico. E também violento, como o provam as queixas da sua mulher, que chegou a agredir enquanto grávida. O seu processo de divórcio é um monumento ao sadismo. Tem um “estranho” ascendente sobre Souto Moura. Não se sabe porquê, mas o PGR teme-o.
Na PJ, sabe-se que “a bronca vai estoirar”. Há “ratos” que “querem abandonar o barco”.
Carlos Cruz foi preso, no Algarve, no meio de uma “comédia” inventada por Dias André, com a aprovação de Rosa Mota, assim:
À porta de casa de C. Cruz, estava, de vigia, o inspector José Carlos Rualde. Quando viu o jipe sair, com alguma bagagem, deu o alarme de que Carlos Cruz ia fugir. Como não conduz, só meia hora depois saiu uma mota, de Lisboa, com o inspector Macatrão que, para recuperar o atraso, teve de ir a mais de 200 km/h. Rosa Mota avisou a GNR. Como, mais tarde, este inspector quis desmentir que Carlos Cruz fosse a 200-250 Km/h, foi transferido, da brigada de vigilâncias. Esta mota tem “via-verde” e os telemóveis, utilizados nessa noite, estão em nome da Polícia. Não sabemos se os extractos estão guardados, ou se, como é normal, quando convém, “desapareceram”.
A partir desse dia, Felícia Cabrita selecciona as notícias e as “fontes”, como estava planeado; mesmo as que eram para ser publicadas noutros jornais, como o DN e o Público (conforme ligações já descritas). Assim apareceram as notícias sobre “os movimentos de grandes somas de dinheiro, para o Brasil”, que terão sido referenciados, à Cabrita, por Carlos Mota, que, afinal, eram pagamento de impostos; bem como “os cartões de crédito, numa lista do FBI, para pagar “sites” com materiais pedófilos e pornográficos”. Existia, nessa lista, um cartão em que dois dos nomes coincidem, mas Dias André sabia que não era Carlos Cruz. Até já tinha consultado a UNICRE, antes da detenção.
Quando Carlos Cruz foi interrogado, pelo Juiz Rui Teixeira, o “processo” ainda não tinha as folhas todas. Ficou espaço, na numeração, para algumas, que era suposto corresponderem a depoimentos, que o incriminassem, que ainda não tinham sido recolhidos. Nos quinze dias seguintes à detenção, “desfilaram”, pela PJ, dezenas de potenciais testemunhas, a quem foi mostrada a fotografia de Carlos Cruz; e a quem foi perguntado se ele já os tinha “comido”. Este facto pode ser comprovado através das respectivas convocatórias; ou pelos verbetes de entrada, que são recolhidos, de novo, à saída, para arquivar. Isto, se ninguém “fez desaparecer” esta parte do arquivo, como já sabemos que é prática. Dentre estas “testemunhas”, há as que entraram na PJ, saindo do carro de Dias André.
Depois desta “triagem” “aperfeiçoaram” os depoimentos dos que “aceitaram” dizer que sim. Estes vivem ou dormem em casas que a PJ tem, permanentemente, alugadas, ou no Centro de Estudos Judiciários. Os seus depoimentos são treinados por Pedro Strecht, que é outra figura central sob ameaça. Nos depoimentos não há datas precisas, para não correr o risco de, nesses dias, Carlos Cruz poder demonstrar que estava noutros sítios. O Fábio (a quem chamam Joel), o jovem que denunciou o Bibi, foi marginalizado, inclusive por Catalina Pestana e pelo próprio Ministro Bagão Félix.
Um nome que não aparece, referido por estas “testemunhas”, é o do Juiz Caramelo, do Tribunal da Boa Hora. Estes miúdos gabaram-se, inclusive, que ele chegou a intervir, em julgamentos em que estiveram envolvidos, e que os absolvia, com medo de que “abrissem a boca”. Curiosamente, um dos grandes amigos do Juiz Caramelo, nesse tribunal, era o Juiz Trigo de Mesquita.
Todos os actuais prostitutos, que passaram pela Casa Pia, a referiram como “um grande bordel”!
Os interrogatórios feitos aos alunos da Casa Pia foram bastante violentos, ao contrário do que dizia Pedro Namora. Alguns recusaram-se a voltar à PJ, devido a esse facto. Dias André usava a “técnica” de dizer: “o melhor é confessares, porque o teu colega já contou tudo”; conjuntamente com a técnica do “polícia bom / polícia mau”, a interrogar e ameaçar Carlos Silvino, para o obrigar a afirmar que conhecia Carlos Cruz.
No início, chegaram a pôr a hipótese de apontar a casa de Carlos Cruz, como local dos abusos e orgias; mas desistiram, porque era demasiado arriscado, corria o risco de “não pegar”, vivendo ele com a mulher e a filha bebé. Chegaram a procurar fotos do interior da casa, em revistas da especialidade, para ser descrita pelas “testemunhas”.
A detenção está “cheia de falhas”, que foram planeadas: ninguém verificou se ele transportava remédios em quantidade suficiente; se levava passaporte, ou dinheiro suficiente, para evitar levantamentos que o denunciassem; se tinha agenda, o que ela continha; se levava muita roupa… Não lhe ficaram com o computador portátil; não verificaram o que continha; não foram logo a casa dele.
Dias André considerou “uma ideia brilhante” não fazer nada disso, porque podia depois assumir como falha, que permitira a “destruição” das provas. Chegou a afirmar: “só se fôssemos loucos é que íamos fazer buscas e apreensões, que iam estragar tudo”. É inconcebível tanto primarismo e ignorância juntos, num inspector da PJ; nem sabe que se podem ler ficheiros apagados.
Dias André tentou manipular fotos, de modo a conseguir alguma imagem, em que Carlos Cruz aparecesse com crianças, a partir, inclusivamente, dos ficheiros do “processo do Parque”, que ele possui, para fins privados. Estão a ser utilizadas algumas dessas fotos. O Director Nacional foi informado da “destruição” desses ficheiros, mas a única “testemunha” é Dias André e, eventualmente, Rosa Mota, o que dá no mesmo. Óptimo material para chantagem e extorsão, em que Dias André é “especialista”. Além de droga, é claro!
Por causa disto tudo, há uma rapariga que pediu para sair da “equipa”. Anda tão assustada que nem fala com os colegas. Suspeita-se que devido a ameaças do “duo” Dias André / Rosa Mota.
Nota: Moita Flores tem uma ligação estranha com Dias André; por um lado toma posições, públicas, de defesa da inocência de Carlos Cruz; por outro lado tem uma empresa que usa para “limpar” crimes, juntamente com o seu sócio e “líder espiritual” Marques Vidal. Tem um outro líder: um tal Santinho Cunha. Por exemplo, na Alexandre Herculano, há vários processos por corrupção, que estão “congelados”. Os patrimónios de Moita Flores e de Marques Vidal são incalculáveis. O primeiro acompanhou, desde sempre, ete plano de Dis André, Rosa Mota e Felícia Cabrita; parewce que tem alguma simpatia por Carlos Cruz, mas não hesitou em deixá-lo cair. Consta que o seu interesse, neste caso, era oferecer os serviços de “protecção” da sua empresa, a políticos do PS. Tentou, várias vezes, falar com Ferro Rodrigues, com esse objectivo. Como não conseguiu, Paulo Pedroso está preso. Tam,bem foram mostradas, aos miúdos, fotos de João Soares e de José Sócrates, pelo menos. Suspeita-se que estes tenham preferido pagar, para não ir fazer companhia a Pedroso, ao contrário de Ferro Rodrigues que, no plano inicial, é que seria o detido, em vez de Pedroso.
A ligação Dias André / Moita Flores vem de longe, bem como a “prestação de serviços” deste, a “limpar” crimes, a bom preço. Veja-se o caso de Eurico de Melo, a quem roubaram a pasta, com cartas comprometedoras sobre as suas actividades pedófilas e homossexuais.
Dias André e Moita Flores estavam entre os “tipos” que “encontraram” a mala. Quando este caso (Casa Pia) “rebentou”, Moita Flores apressou-se a escrever, no Diário de Notícias, que a mala era do Engº Sousa Gomes, e que apenas continha um discurso. Impõe-se perguntar: porquê escrever isto num artigo, que nem sequer estava inserido na crónica que tinha no DN? A resposta é óbvia: para proteger o seu “cliente” Eurico de Melo.

Vamos então a outra faceta desta história!
Já vimos que Carlos Cruz era alvo de Dias André, que disse que o ia “apanhar”, por o ter visto a chorar, na televisão. Por outro lado, as ligações, embora pontuais, a José Sócrates (euro2004) e a João Soares (eleições para a Câmara de Lisboa), colocam-no na área dos partidos políticos a desacreditar. Neste “filme”, ele é, afinal, “o homem errado, no tempo errado, no lugar errado”. Está inocente!
Dias André, Rosa Mota e Catalina Pestana contam, nisto tudo, com a colaboração de Pedro Strecht. Não sabemos se ele também está a ser chantageado, por Dias André, já que é homossexual, com alguns comportamentos pedófilos. Mais do que um dos alunos que “passaram” pelo seu consultório, nestes últimos seis anos, ou mais, lhe chamam “paneleiro”. Casou há pouco tempo, à pressa, parece que para disfarçar.
Paulo Pedroso é um “caso” planeado para servir os objectivos políticos duma certa “direita”, onde se inclui a protecção de Paulo Portas. Tudo leva a crer que estão envolvidos alguns indivíduos de “peso” envolvidos em pedofilia, como por exemplo (Engº Pães do Amaral, cujas ligações a Paulo Portas são antigas; Juiz Carlos Lobo, que partilhou, regularmente, a cama com Portas e o protege). A “zanga” com José Braga Gonçalves foi encenada, é falsa, para desviar as atenções o seu envolvimento na Moderna, para o “branquear”. Foi combinada entre Braga Gonçalves e o assessor de Portas, Pedro Guerra, homem que conheceu, no Independente, que tem também fortes ligações no Correio da Manhã.
A notícia do jornal “Le Point” é verdadeira. Paulo Portas é “Catherine Deneuve” e o outro ministro é Luís Filipe Pereira que, ao que consta, se prepara para sair do governo, como fez Valente de Oliveira.
Bibi confidenciou, a pessoa da sua confiança, que Portas, Filipe Pereira e Valente de Oliveira, eram clientes de Pedro Namora, que lhes “arranjava” jovens casapianos, até “rebentar a bronca”, principalmente às sextas-feiras. A alcunha de “Catherine Deneuve” deve-se ao facto de Portas costumar ter, no carro, uma cabeleira loira.
Dias André sabe que “a zona” de Bibi, como angariador e distribuidor, era mais o Parque Eduardo VII, onde actuava juntamente com as “testemunhas” João Paulo Lavaredas, Francisco Guerra, Mário Pompeu, Francisco Andrade e Mário Necho. Todos estes são prostitutos, proxenetas, traficantes de menores; e alguns também são traficantes de droga e toxicodependentes.
Consultando a ficha de Lavaredas, na Casa Pia e na PJ, onde tem cadastro, percebe-se que se trata dum jovem violento e perigoso. O inspector Fernando Baptista recebeu, em Março / Abril do ano 2000, uma proposta de expulsão da Casa Pia. Mário Pompeu disse, à mãe, ter sido pago para acusar Carlos Cruz; e disse, publicamente, que também iria receber para acusar Paulo Portas. Márcio Necho conhece, de facto, Jorge Ritto, mas nunca viu Carlos Cruz nessas “actividades”. Mantém contactos, estreitos, com Dias André, enquanto Francisco Guerra visita, com alguma frequência, o Bibi, pra chantagear. Entre chantagens, interrogatórios com ameaças de pena máxima e também com droga, Dias André e Rosa Mota mostraram, a Bibi, fotos de Valente de Oliveira, Narana Coissoró e Mota Amaral, tudo com a cumplicidade do advogado José Maria Martins. Preparam-se para obter um “parecer” psiquiátrico, que o dê como “incapaz”. Elementos da PJ testemunharão a seu favor. É que Bibi não é um “fim”! É apenas “um meio”, que está a falhar, porque não diz os nomes que “eles” querem.
O Dr. José Maria Martins, para ganhar fama e porque está muito bem pago pelas pessoas que financiam estas operações todas (há muito dinheiro da droga), é cúmplice! Insiste que Bibi deve voltar a ser internado, em Caxias, para ser drogado. Nesse estado (drogado), dirá, ou assinará, o que Rosa Mota e Dias André quiserem. Depois é dado como incapaz, internado, e sofre pena mínima. O médico do EPPJ tem-se oposto a esse internamento. Não se sabe até quando aguentará!
Voltando a Paulo Portas! Mais uma vez, funciona a “protecção” de Marques Vidal e de Moita Flores (que esteve ligado à Moderna e é maçon). O facto é que não aparecem depoimentos a acusar Paulo Portas; nem mesmo o que foi “prometido” por Mário Pompeu. O seu nome está a ser “protegido” a troco de quê? Qual é o pagamento? Os dois, Vidal e Flores, têm a seu cargo (e bem pagos) a preparação de vários aspectos da segurança do Euro2004. Aqui entra outro “personagem” que colabora com eles: Paulo Bernardino, que foi da DINFO (actual SIEDM). Controla mais informação que o próprio Caimoto Duarte. Dias André foi motorista de Paulo Bernardino e os dois contactam-se, frequentemente, para estabelecer “estratégias”.
Pedro Namora era, pelo menos até há poucos meses, “angariador” de jovens casapianos, para figuras importantes. O que é lógico! Só um maluco é que se “ia pôr nas mãos” de um “básico” como é Carlos Silvino. Seria um risco altíssimo. Com Namora há segurança!
Entretanto ninguém se admire se Marques Vidal for o próximo director do SIS. O “polvo” fica a controlar tudo. Cunha Rodrigues não faria melhor.

Conclusão:
O processo “Casa Pia” está todo inquinado, a “matéria” de acusação foi forjada! As pessoas minimamente informadas até o dizem, calmamente, à mesa dos restaurantes. Há pessoas inocentes presas.
Não sabemos se o Dr. João Guerra é cúmplice ou manipulado. Com as suas “obsessões” é facilmente manobrável. O juiz Rui Teixeira parece ser o enganado. Se assim for, será o último a saber.
As testemunhas são falsas, mentirosas, foram treinadas, pagas com dinheiro e droga, para mentir. Esta mesmas moedas, dinheiro e droga, também pagam Felícia Cabrita. Ela é, como se sabe, é público, alcoólica e cocainómana, em adiantado estado de dependência. Daí as suas intimidades com Pinto Balsemão, de quem também é fornecedora.
Um dos coordenadores, desta monstruosidade, é Dias André, que tem um “currículo” impressionante: 1- Falsificação de provas / 2 – Destruição de provas / 3. Extorsão / 4. Corrupção / 5. Desobediência às chefias / 6. Ligações ao tráfico de Droga.

A droga é outra “história” muito completa. É outro “polvo” que não acabou com a suspensão de dezena e meia de agentes da PJ.
Para “abrir o apetite” e alertar as entidades máximas, deixamos algumas pistas:
- Vários barcos vão a Marrocos comprar droga. Tudo pago pela PJ;
- Há civis envolvidos, no papel de “agentes infiltrados”, mas que são apenas provocadores, na distribuição;
- Fazem-se apreensões “espectaculares”, junto dos compradores que são angariados, pelo “infiltrado”. Setúbal e Aveiro são exemplos famosos. Assim a imagem “vendida” pela PJ, de si própria, é de “grande eficácia”.
- Desviam-se alguns quilogramas, antes de chegar ao armazém. É uma espécie de “comissão” para a equipa que “investiga com sucesso”. É a herança operacional de Dias Costa. Os seus herdeiros são: Paulo Rebelo, “afilhado” de Laborinho Lúcio e chefe de Dias André, Ilídio Neves Luís, Luís Neves Baptista, etc.
Perguntamos: quem é um tal Victor Ferreira, civil “infiltrado”, íntimo de Paulo Rebelo, de quem chega a conduzir o “Alfa Romeo”? A quem pertence o armazém da droga, da PJ, na Lourinhã?
Ficamos atentos, a aguardar os desenvolvimentos desta exposição. Se tudo se mantiver, como até agora, este documento será enviado a toda a comunicação social, portuguesa e estrangeira. Não aceitamos assistir, impávidos, ao “linchamento” de inocentes. Já se foi longe demais!


Assinado: - GOVD - Grupo Operacional de Vigilância Democrática.

Picado daqui:http://espirra-verdades.blogspot.com/

Limitação de responsabilidade (disclaimer):Limito-me a copiar o conteudo de um blog,não acuso ng nem faço juizos de valor.
As personalidades e entidades, objecto desta petição, que comento, quando arguidas ou mesmo condenadas em primeira instância, gozam do direito constitucional à presunção de inocência até ao trânsito em julgado de sentença condenatória.

Se Carlos Cruz cumprir o que prometeu


Casa Pia
Carlos Cruz vai revelar nomes de políticos, actores e futebolistas envolvidos no processo
Carlos Cruz vai publicar no seu site mais de 200 nomes que constam no processo Casa Pia e que foram referidos como alegados abusadores de menores, avança o jornal i. Entre estes, está um ex-presidente da República e outras figuras de alto-relevo

A sociedade portuguesa vai ter um choque.
Já sabia desde há muito quem era o ex presidente da Republica que ele menciona.
Só espero que mantenha o que prometeu.
Como repararam os media deixaram cair as acusações de José Maria Martins que envolve a 2ª figura da Republica no escândalo Casa Pia.
Num País civilizado o visado já teria apresentado a demissão.
Mas meus senhores e senhoras,isto não é um País,é uma bomba prestes a explodir.
QUEM ME GARANTE QUE HOJE OU AMANHÃ O MEU FILHO NÃO CAI NUMA DESTAS REDES PEDÓFILAS?
QUE É VIOLADO PELO VIZINHO QUE É PRESO E FICA EM LIBERDADE LOGO A SEGUIR?
Pelos nossos filhos e netos digam:
CHEGA DE TANTA PODRIDÃO,MANIFESTEM-SE,GRITEM.
EXIJAM QUE ALGUÉM TOME MEDIDAS CONTRA ESTE DESGOVERNO QUE NOS MATA A CADA DIA QUE PASSA.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PORTUGAL ENLOUQUECEU-SÓ PODE

José Maria Martins,defensor de Bibi,afirma no TVI24 que Paulo Pedroso também deveria estar no banco dos réus,Ferro Rodrigues e JAIME GAMA(2ª figura do Estado) também são pedófilos e só a prescrição dos crimes os impede de serem julgados.
Exmº. Sr. Dr. Anibal Cavaco Silva,que tem a dizer sobre esta acusação gravíssima.
Noticia na pag 7 do Correio da Manhã de hoje,já que era noticia de capa na edição online há 10 minutos atrás e mudaram.
Limitação de responsabilidade (disclaimer): As entidades e personalidades, objecto das notícias dos media que comento, quando arguidas, gozam do direito à presunção de inocência até ao eventual trânsito da sentença em julgado.

Limitação de responsabilidade (disclaimer): As entidades e personalidades, objecto das notícias dos media que comento, quando arguidas, gozam do direito à presunção de inocência até ao eventual trânsito da sentença em julgado.

domingo, 5 de setembro de 2010

JORGE RITTO TEM DE DEVOLVER A DISTINÇAO RECEBIDA




A Ordem do Infante D. Henrique foi criada em 1960, para comemorar o 500.º Centenário da morte do «Navegador», o Infante D. Henrique.

Sofreu algumas alterações nas reformas de 1962 e 1986.
Fins

A Ordem Nacional do Infante D. Henrique visa distinguir os que houverem prestado:

■Serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro;

■Serviços de expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, sua história e seus valores.
Processo de Concessão

A concessão de todos os graus das Ordens Honoríficas Portuguesas é da exclusiva competência do Presidente da República e reveste a forma de alvará ou de decreto presidencial.

A competência do Presidente da República para conferir agraciamentos pode ser exercida:

■por sua iniciativa;
■sob proposta do conselho de Ministros, do Primeiro Ministro, ou dos Ministros, ou
■sob proposta dos conselhos das ordens.
Em qualquer dos casos, as propostas devem ser fundamentadas e remetidas à Chancelaria das Ordens Honoríficas para abertura e instrução do respectivo processo.

Se o parecer do Conselho for favorável, o processo é submetido a despacho do Presidente da República, pelo Secretário-Geral das Ordens. Se o parecer for desfavorável, a Chancelaria das Ordens comunica o facto à entidade proponente, a qual, se resolver manter a proposta, deverá solicitar à Chancelaria que o assunto seja submetido a decisão final, do Presidente da República.

Após a conclusão de todo o processo de concessão, a investidura de qualquer agraciado, depende da assinatura de uma declaração de compromisso de honra de observância da Constituição e da lei, e de respeito pela disciplina das Ordens (cfr. os artigos 34.º e 44.º da Lei Orgânica das Ordens Honoríficas Portuguesas).

O Alvará de concessão é publicado na 2.ª Série do Diário da República, após o que é emitido um Diploma, assinado pelo respectivo Chanceler, que serve de título de investidura.

A investidura poderá ter lugar em cerimónia solene se o Presidente da República assim o determinar, no despacho de concessão.

O Presidente da República pode presidir à investidura solene ou, delegar essa competência num dos Chanceleres das Ordens, num Ministro ou no Embaixador de Portugal onde a cerimónia deva ter lugar.

Geralmente a cerimónia é simplificada fazendo-se apenas a imposição da insígnia, dispensando-se as leituras da proposta e do compromisso de honra do agraciado.

Caso a condecoração seja concedida com palma, a investidura é feita com formação de tropas.

Compromisso de honra:http://www.ordens.presidencia.pt/compromisso_honra.htm

Declaração de compromisso de honra, de observância da Constituição portuguesa e da lei, e também de respeito pela disciplina das Ordens, de acordo com os artigos 34.º e 44.º da Lei Orgânica das Ordens Honoríficas Portuguesas.
Da assinatura desta declaração, depende a investidura de qualquer agraciado.
JORGE RITTO QUEBROU UMA DAS OBRIGAÇÕES DE QUEM RECEBE UMA CONDECORAÇÃO-CUMPRIR A LEI


RITTO Jorge Marques Leitão (Embaixador)
-Ordem do Infante D. Henrique
-Grã-Cruz
-10-09-1991
Picado daqui:http://www.ordens.presidencia.pt/c.asp
SE TIVESSEM VERGONHA NA CARA,TODOS OS AGRACIADOS COM ESTA ORDEM DEVIAM DEVOLVÊ-LA.

A sentença -Aconselho a leitura do link

«Bibi condenado a 18 anos de prisão e Carlos Cruz a sete
Juíza Ana Peres leu a sentença no Campus da Justiça
Por: Redacção / CLC/CP 03-09-2010 16: 31

Carlos Silvino foi condenado esta sexta-feira, pelo colectivo de juízes que julga o processo Casa Pia, a 18 anos de prisão efectiva, em cúmulo jurídico, por 128 crimes de abuso e violação de menores.
Carlos Cruz foi condenado a sete anos de prisão, assim como Ferreira Diniz, Manuel Abrantes foi condenado a cinco anos e nove meses, Jorge Ritto condenado a seis anos e oito meses, Hugo Marçal a seis anos e dois meses e Gertrudes Nunes foi absolvida de todos os crimes.
O tribunal considerou Carlos Silvino culpado de abusos ocorridos nas garagens do colégio Pina Manique, em colónias de férias da Casa Pia e no «barracão» onde o arguido vivia, entre outras situações.
Os juízes deram também como provado que Silvino abusou dos três menores que o acusam no processo apenso, entre os quais «Joel», cujas queixas motivaram a abertura da investigação.
Silvino foi pronunciado inicialmente por mais de 600 crimes sexuais, mas o Ministério Público deu como provados apenas 167, na maioria abuso sexual.
Manuel Abrantes foi condenado por dois crimes de abuso sexual de menores. O ex-provedor da Casa Pia foi pronunciado inicialmente por 51 crimes, incluindo 48 de abuso sexual, dois de lenocínio e um de peculato de uso, mas o Ministério Público só deu como provados 16 crimes de abuso.
O tribunal considerou Carlos Cruz culpado de duas situações de abusos sexuais sobre menores ocorridos numa casa na avenida das Forças Armadas, em Lisboa, e pelo menos uma numa casa em Elvas.
Carlos Cruz foi pronunciado por seis crimes, mas o Ministério Público só deu como provados três de abuso sexual e um de acto com adolescente.
O embaixador Jorge Ritto foi considerado culpado de abusos em diversos locais, como uma vivenda no Restelo e uma casa na Alameda Afonso Henriques.
Ritto foi pronunciado por 11 crimes - nove de abuso sexual e dois de lenocínio -, mas o Ministério Público considerou como provados oito crimes de abuso.
O advogado Hugo Marçal foi considerado culpado de ter providenciado uma casa em Elvas, pedida à arguida Gertrudes Nunes, para que aí decorressem abusos.
Hugo Marçal estava pronunciado por 23 crimes, 19 de lenocínio e quatro de abuso sexual.
O médico Ferreira Diniz foi condenado por dois crimes de abuso sexual de menores.
O tribunal considerou Gertrudes Nunes culpada de ter cedido uma casa em Elvas para que aí decorressem abusos, mas os juízes consideraram não estarem preenchidos todos os requisitos para ser condenada pelos crimes em causa.
Gertrudes Nunes respondia por 26 acusações de lenocínio (fomento da prostituição).
Quanto a pedidos de indemnizações, «Bibi» terá de pagar 15 mil euros a 20 vítimas por «danos morais».
Ferreira Diniz, Jorge Ritto, Hugo Marçal, Carlos Cruz e Manuel Abrantes terão de pagar 25 mil euros a várias vítimas: Ferreira Diniz a três vítimas, Jorge Ritto a uma, Hugo Marçal a duas, Carlos Cruz a duas e Manuel Abrantes a duas.
Os arguidos foram absolvidos de indemnizações cíveis.»
Picado daqui:http://www.doportugalprofundo.blogspot.com/

 

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